quinta-feira, 28 de março de 2019

Autoconhecimento



Você já se viu obrigada(o) a dar atenção a alguém sem ter a mínima vontade de fazer?

O mesmo acontece conosco em nossas faltas de amor próprio? 

Transferimos essa carga para o próximo?

Depositamos no outro, a responsabilidade de nos curar?


Seria nesses momentos de forte necessidade de atenção a nossa criança interior "ferida", "mimada", "carente" ou mesmo doente a exigir um olhar mais atento?


6 comentários:

  1. Caramba Tati é para responder?
    Cheguei a sentir na alma cada sacudida dessas perguntas.
    É preciso coragem para mergulhar no mais profundo de nós mesmos!

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    1. As vezes queremos nos esconder do outro!
      Em outros momentos... De nós mesmos!
      Chega uma hora em que o encontro é a sua única saída!
      Transcendemos e evoluímos!

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  2. Tatiana, difícil responder e/ou comentar essas perguntas de forma resumida. Quanto a primeira pergunta, minha resposta é sim e creio que são raras as pessoas que nunca fizeram isso.

    Segunda questão: Acho que não. Essa falta de atenção ou respeito consigo mesmo ocorre também por falta de estar atento a si, mas creio que muito mais por acomodação, medo de mudar, insegurança, falta de foco, falta de objetivos, auto estima baixa ou inexistente em alguns casos uma certa desistência da vida.
    Não digo desistência no sentido mórbido, digo desistência vinda de não acreditar mais nos resultados positivos que podem vir de determinadas ações.

    A Terceira e quarta questão são mais simples: Depositar essas expectativas nos outros é injusto com os outros e um auto engano, tem questões que são individuais e intransferíveis, esperar resolução por parte de outras pessoas além de tudo é quase certeza de decepção.

    Penso que se a pessoa tem uma forte necessidade de atenção provavelmente já há um desequilíbrio, que pode ocorrer por tudo que você citou. Em alguns casos creio que isso ocorra quando a pessoa já chegou no "fundo do poço", mas também não descarto a vaidade, tem gente muito vaidosa, egocêntrica e esses são dependentes do que os outros pensam e ser "ignorado" é uma situação muito difícil de lidar, eles vivem da atenção externa embora geralmente não admitam.

    Anônimo analítico.

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    1. Meu Caro Anônimo Analítico,
      Percebo que essa inteiração tem nos rendido saborosos frutos!
      Que essa árvore seja sempre alimentada por nutrientes que nos façam querer desenvolver, crescer e tocar o sol para obter a sua força que nos impulsiona a vida! (As vezes nos expomos demais e temos queimaduras, noutros momentos nos privamos tanto que falta a famosa vitamina D (Decisão!), a balança do equilíbrio nos exige sempre atenção... e nem sempre estamos dispostos a nos manter assim não é mesmo?

      Só tenho a agradecer a sua rica contribuição nesse desvendar do que sentimos e somos "humanamente"!

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    2. Eu que agradeço a gentileza.

      Essas últimas semanas parecem estar sendo intensas pra você.
      Me desculpe perguntar, mas pelo que vi no seu outro blog você passou ou está passando por algo inesperado, quando fiz o primeiro comentário não sabia disso por isso não citei esse fato.

      Não sei o que aconteceu, mas acredito que esteja bem. Tomara que o que tenha acontecido possa colaborar para tornar sua vida melhor de alguma forma. Inclusive isso pode ajudar também no contato com as pessoas que te procuram para buscar auxílio, já que esses sustos fazem que deixemos cerimônias de lado e passamos a encarar a vida e os outros como mais objetividade e até em alguns casos com mais humanidade.

      Melhoras e uma excelente semana.



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    3. Imagina... Não precisa se desculpar!
      De fato passei por um grande dissabor. Foi um acidente de carro! Um ônibus resolveu cruzar o meu caminho e me fez sentir na real o mundo girando mais forte.
      Deus me permitiu renascer e apesar do grande susto tive apenas danos materiais.

      Sinto que algo dentro de mim mudou... Giros necessários para o reequilíbrio!

      Excelente semana para você também! Um abraço muito carinhoso

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